ABBA, venho a TI; não tenho a oferecer-TE.
Só tenho aqui, minhas mãos que estão machadas;
Meus lábios que estão impuros;
E um coração seco, infectado pela carne-pecado.
Esse meu nada TE dou!
Purifica-os e guarda-os CONTIGO.
E ABBA, clamo a TI que me deixe bem longe de mim mesmo.
Anseio em esconder-me, junto aos TEUS pés;
Um lugar mais distante do meu eu, e
Mais perto do TEU coração.
É onde quero ficar!
ABA, eu ouvi os planos que TENS preparados para mim;
Fiquei maravilhado ao ouvi-los;
Constrangido-envergonhado fiquei, ao perceber o quão
insignificante,
O quão desprezível sou.
Porém TU, mesmo sabendo quem sou;
Me buscou lá, em lugar visto como um nada,
Um campo, onde só existem árvores bravas.
Pegou-me pela mão; deu-me um talento;
Mostrou-me como usá-lo; E disse vai!
Eu fui, dei alguns passos, e olhei para os ventos
contrários.
Me afundei em meio a minha autossuficiência;
A hipocrisia adornou meu rosto.
Clamei; SENHOR, salva-me!
E cá estou, prostrado-arrependido.
Busco aqui ABA um concerto CONTIGO.
Quero seguir-TE por onde fores;
Segurando em TUA mão sem solta-la;
Colocar meus pés, onde TUAS pegadas forem.
-M.A De Paula
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